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10 fatores desencadeadores de enxaqueca

Escrito porRafaela Malpeli 26 de julho de 2017

Quem tem enxaqueca ou conhece alguém que sofra com isso sabe o quanto as crises podem ser incômodas e, muitas vezes, insuportáveis. A enxaqueca é caracterizada como uma doença neurológica crônica, incapacitante. Alguns sintomas mais clássicos da enxaqueca antecedem ou acompanham as crises, entre eles estão:

– dor latejante, de um lado da cabeça (pode ser dos dois), de intensidade moderada a forte;
– incômodo com a luz e o barulho;
– enjoos;
– alterações na visão, como pontos luminosos, escuros, linhas em zig zag.

Observação: a pessoa com enxaqueca pode apresentar apenas alguns dos sintomas, em graus variados.

Crise de enxaqueca: orientações do Ministério da Saúde sobre o que fazer

– Procurar ajuda médica.
– Ingerir a medicação recomendada, seguindo criteriosamente as orientações de uso.
– Em caso de dor intensa, ir a um local fresco e escuro para recostar, evitando deitar.
– Colocar gelo sobre as áreas doloridas.
– Ingerir muita água e comer moderadamente.
– Repousar.

Diagnóstico e tratamento

A enxaqueca é diagnosticada clinicamente, algumas particularidades permitem distingui-la de outras formas de cefaleia (dor de cabeça). Conforme a Sociedade Brasileira de Cefaleia, “a enxaqueca tem tratamento e os pacientes se beneficiam muito com ele, embora, na maioria das vezes não seja possível evitar completamente as crises”. Segundo o Ministério da Saúde, evitar os fatores desencadeantes pode ser útil para a redução das crises.

Confira abaixo os principais desencadeantes das crises de enxaqueca identificadas pela Sociedade Brasileira de Cefaleia:

1. Preocupações excessivas, ansiedade, tensão, estresse.

2. Irritação, altos e baixos no humor, impaciência.

3. Ficar sem comer por longo período. O ideal é alimentar-se a cada três horas.

4. Dormir pouco, dormir muito ou dormir mal.

5. Período menstrual, pré-menstrual, irregularidades menstruais, endometriose, ovários policísticos e reposição hormonal.

6. Ingerir em excesso café e bebidas cafeinadas.

7. Falta de exercícios físicos.

8. Uso excessivo de analgésicos.

9. Ingerir alimentos gordurosos, condimentados ou com grande quantidade do aditivo alimentar glutamato monossódico (presente em salgadinhos industrializados, molhos e caldos prontos, comida industrializada congelada).

10. Fatores genéticos.

Fonte: Portal Unimed / Rafaela Fusieger / Ministério da Saúde / Sociedade Brasileira de Cefaleia

Ilustração: Carolina Moura / Portal Unimed