A Carne de raça japoneza Wagyu está entre as preferidas dos brasileiros

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O consumidor está cada vez mais exigente em suas decisões. Com a alimentação não é diferente. A carne, por exemplo, já não é escolhida como há alguns anos. A qualidade, o sabor e a maciez devem ser diferenciados para conquistar o cliente.

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Nesse contexto, um item até pouco tempo quase desconhecido hoje é decisivo: o grau de marmoreio da carne.  Quanto maior, mais saborosa e macia será a carne.

Mas, afinal, o que é o marmoreio? É a quantidade de gordura entre as fibras da carne, que ganha esse nome por lembrar o desenho de uma pedra de mármore.

Durante o processo de preparo, essa gordura é derretida e influencia diretamente na suculência e lubrificação das fibras, tornando a carne mais macia e saborosa.

Nem todo gado produz, porém, o mesmo marmoreio. Sua intensidade varia de acordo com a raça e sistema de manejo. Nesse sentido o Hors-Concours é o Wagyu (pronuncia-se “uaguiú”), raça japonesa que produz o famoso Kobe Beef, conhecida como a “carne mais cara do mundo”.

No Brasil, as primeiras espécies de Wagyu foram introduzidas há mais de 20 anos. Atualmente, mesmo com o crescimento da procura a produção ainda é muito pequena. 

Por esse motivo, com o passar dos anos, foram realizadas experiências de cruzamentos com outras raças, como Nelore e Angus. “No geral recomenda-se a cruza de animais Wagyu com animais Taurinos, como Angus e Hereford.

Todavia, o cruzamento com animais Nelore tem sido estudado devido à predominância dessa raça no Brasil”, explica o médico veterinário Bruno de Souza Mesquita, mestre em Nutrição e Produção Animal.

Nas churrascarias a procura pela carne marmorizada também é crescente. Luiz Cutti Junior, diretor da GranSteak, de Ribeirão Preto revela que atualmente ela já é uma das mais consumidas.

“É um corte com excelente aproveitamento e que agrada aos paladares mais exigentes. A qualidade se deve principalmente ao seu potencial de marmoreio que proporciona características únicas de extrema maciez, sabor e suculência, com alto valor agregado devido a toda genética, nutrição e manejo durante o processo de criação”, completa.

 

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