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Antes criticado, hoje, exaltado. Prazer, Rafael Costa.

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Na partida de ontem contra o Santos, a goleada por 4×0 nos apresentou um Botafogo que, até então, o torcedor tricolor não viu nesse Campeonato Paulista. Não só isso. A postura ofensiva da equipe impressionou todos que estavam presentes no Estádio Santa Cruz. O Tricolor anulou técnica e taticamente a equipe santista, comandada por Jorge Sampaoli.

Com pressão na saída de bola do Peixe, carrinhos, vibração e muita raça, o Botafogo nos mostrou, na noite de ontem, que poderia estar em uma situação completamente diferente. Antes um time apático, sem a garra do Pantera, o Bota era presa fácil dos adversário, não à toa, foi o time que mais perdeu no Paulistão, ao lado do São Bento, último colocado e rebaixado com uma rodada de antecedência. O Tricolor era presa fácil dos adversários.

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Os resultados positivos não vinham, a pressão por parte da torcida ficava cada vez maior e a confiança dos atletas estava lá em baixo, assim como o time, que brigava ponto a ponto para não entrar na zona de rebaixamento. Na primeira partida, no empate em 1×1 com o São Bento, o novo atacante do Pantera, Rafael Costa, foi quem marcou o gol tricolor. Mas, após essa partida, Costa foi prejudicado pela má fase do Bota na competição.

Duramente criticado e contestado por boa parte da torcida, o camisa 99 teve que lidar com uma pressão ainda maior sobre ele. Questionamentos sobre seu físico não faltaram. A situação ficou ainda mais complicada quando, na 4° rodada, jogando em Novo Horizonte, contra o Novorizontino, o atacante perdeu um pênalti, quando o placar ainda estava zerado. Foi a gota d’água para a torcida. E as coisas pioraram para Costa. Na rodada seguinte, seu concorrente pela vaga de titular, Bruno Moraes roubou seu lugar entre os 11 e marcou dois gols na partida contra o São Caetano, na primeira vitória do Pantera no Paulistão.

A situação ia ficando pior. O atacante já não tinha o mesmo prestígio com o antigo treinador, Léo Condé. A 7° rodada veio e mais uma derrota do Pantera. Dessa vez, para o RB Brasil, em Campinas, por 3×1. Condé caiu e Roberto Cavalo chegou. Com a chegada de Cavalo, Rafael Costa retornou ao time titular. Na primeira partida na Era Cavalo, derrota para o Corinthians, e mais uma partida em branco do camisa 99, que já estava há sete jogos sem balançar as redes. Depois, Ponte Preta. Costa voltou a marcar, mas não ajudou o Pantera a escapar da derrota. A Macaca venceu por 2×1. Na rodada seguinte, o Bragantino, em Ribeirão Preto. Primeira decisão para o Pantera. Vitória por 2×1, com gol de Rafael Costa.

Com uma postura totalmente diferente, o atacante passou a ser elogiado por aqueles que o criticavam. Com mais vontade, mais raça e mais garra em campo, Costa passou a ser a principal referência do Bota nessa nova Era. Era o homem gol de Roberto Cavalo. Contra o Mirassol, 1×1. O último jogo era o Santos, time grande. O Botafogo precisava da vitória para depender apenas de si para não ser rebaixado. Brilhou a estrela do atacante. A goleada por 4X0 em cima do Peixe contou com três gols de Rafael Costa.

“Uma noite especial, não só para mim, mas para todo o elenco. É uma equipe que não merecia brigar pelo rebaixamento, mas fomos coroados hoje. Fico feliz pelos três gols e pela permanência”, definiu o atacante após a partida.

O jogador encerra a primeira fase do Paulistão como vice-artilheiro, com seis gols marcados, ao lado de Diego Cardoso, do Guarani e Martinelli, do Ituano.

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Foto: Weber Sian

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