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Anvisa concede registro definitivo da vacina de Oxford e novo medicamento

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou hoje que concedeu o registro definitivo à vacina contra Covid-19, desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca. A vacina tem uma etapa de fabricação no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Trata-se da segunda vacina contra o novo coronavírus a obter o registro definitivo – a primeira foi a da Pfizer. O registro é a autorização para que o imunizante seja usado de forma permanente e em toda a população brasileira. Até então, a vacina da AstraZeneca tinha autorização para uso emergencial, assim como a CoronaVac, produzida pelo Instituto Butantan.

Anvisa diz que benefícios da vacina superam os riscos

A Fiocruz entrou com o pedido de registro definitivo da vacina no dia 29 de janeiro. O anúncio da Anvisa acontece um dia após uma série de países suspender o uso do imunizante para se certificar de que elas não têm ligação com efeitos colaterais mais graves. Durante apresentação hoje, o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, disse que “a conclusão é de que os benefícios superam os riscos”. “Dados dão suporte pro registro do produto. Não vislumbra risco para a população. Então, a recomendação é seguir para o registro”, acrescentou. 

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Anvisa concede registro de medicamento para combater o novo coronavírus

Mendes informou também que a Anvisa concedeu o primeiro registro para um medicamento com uso indicado em bula para tratamento do novo coronavírus, o remdesivir, da farmacêutica Gilead. Em outubro do ano passado, a agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos deu plena autorização ao remdesivir para ser usado no tratamento de pacientes hospitalizados com Covid-19.Leia Também:

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No mês seguinte, no entanto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou nota em que se posicionou contra o uso do antiviral no tratamento de pacientes internados com Covid-19. Em um artigo publicado no British Medical Journal, um painel de especialistas da organização afirma que o uso do remédio não é recomendado pois não há evidência de que ele aumente a chance de sobrevivência ou diminua o risco de ventilação mecânica.

Doses da vacina entregues este ano

A Fiocruz espera entregar cerca de 222 milhões de doses da vacina neste ano, sendo 112 milhões até julho. Neste mês, a ideia é distribuir 3,8 milhões de doses.

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