Comercial sem divisão. Chapa única poderá ser aclamada na eleição do dia 25

Talves não será necessário esperar a proximidade das eleições no Comercial-RP, para saber quem dirigirá o clube nos próximos anos. Apesar do silêncio, e das poucas informações, sabe-se que acordos estão sendo alinhavados.

São incontáveis as reuniões que já aconteceram entre empresários e torcedores. Apesar de se saber pouco o que é discutidos nestes encontros, quem participa se diz entusiasmado.

A quem diga, que a existência deste seleto grupo de torcedores é única chance de ver o Comercial em atividade em 2018. Muitos deles, querem ajudar, mas quase ninguém quer assumir o cargo de presidente do Leão.

Isto não significa falta de interesse pelo time, ou, que o clube não seja viável. É que boa parte destes empresários é jovem, e administram suas próprias empresas.

Não podem dispor do tempo necessário para cuidar de um clube de futebol. Mas entre eles, há quem não esconda o desejo de um dia comandar o time que ama no futuro.

O fato, é que tudo se caminha mesmo para uma composição entre os interessados. O grupo dos empresários, chegou a propor a Luiz Sorrini, o Luzinho da Geração Sport, ser candidato. O mesmo não aceitou.

Uma outra possibilidade deste mesmo grupo seria Ademir Chiari, que faz parte da atual gestão comandada por Brenno Augusto Spinelli Martins como vice-presidente. Chiari, chegou a informar ao grupo sobre seu interesse em ser presidente.

O outro interessado é Elias Curi, que tem uma história importante dentro do clube. E que demonstrou interesse em ser presidente tão logo o assunto eleição surgiu no Estádio Palma Travassos.

O site W Sports apurou que o acordo entre as partes seria este: Elias Curi seria candidato único na eleição do dia 25 de setembro. Mas, os vice presidentes seriam: Luiz Sorrini, Ademir Chiari e David Isaac.

Este acordo continua sendo alinhavado. Ao que tudo indica não deve fugir muito disso. O presidente Brenno Martins já afirmou que fará a transição de cargo para seu sucessor rapidamente.

Segundo o dirigente máximo leonino, não há motivos para não permitir que a nova administração não comece a trabalhar logo após a eleição.

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