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Doria assina decreto que reconhece atividade religiosa como serviço essencial

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Em meio ao aumento de casos de Covid-19 em todo o estado, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), revelou nesta segunda-feira (01), em postagem nas redes sociais, que assinou um decreto para reconhecer as atividades religiosas no estado como serviço essencial.

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Doria mostra o documento e relata que o decreto será publicado no Diário Oficial nesta terça (02). “Esse é o decreto que reconhece a essencialidade de todas as igrejas no estado de SP e o seu funcionamento, com a regularidade, obedecidos os critérios sanitários e de proteção aos que dela participam. Esperança, fé e oração. Com vacinas, vamos vencer a Covid-19”, diz o governador.

De acordo com especialistas, o documento em questão, apesar de ter sido criticado, tem pouco efeito prático, visto que ele apenas regulamenta o que já está previsto do Plano SP. Isso porque, pelas normas impostas pelo governo, missas e cultos que sigam as regras sanitárias e de distanciamento social na fase vermelha, a mais restritiva da proposta, pode funcionar

Controvérsia 

O decreto comemorado por João Dória não deixa de ser uma controvérsia do que o governador havia pregado no início da pandemia, em março de 2020. À época, quando uma medida semelhante foi adotada pelo governo federal, Doria chegou a pedir que o atendimento religioso fosse feito apenas virtualmente.

Plano SP

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Nesta segunda (01) começou a valer a nova fase do plano São Paulo. Nesta etapa, o governo do estado regrediu algumas regiões para a fase laranja  e outras para a fase vermelha da quarentena, que veta o funcionamento de bares e permite que restaurantes operem até as 20h.

Foram para a fase laranja:

  • Grande São Paulo, que inclui a capital paulista;
  • Região de Campinas;
  • Região de Registro;
  • Região de Sorocaba.

Por outro lado, outras duas regiões de São Paulo foram rebaixadas da fase laranja para a vermelha do plano. Nesta etapa, somente os serviços essenciais estão autorizados a funcionar. São elas:

  • Marília;
  • Ribeirão Preto.

A última cidade, inclusive, se recusou a voltar para a fase vermelha. Isso porque o prefeito de Ribeirão Preto, Duarte Nogueira (PSDB), disse que não há sentido a reclassificação do município.

“Não estamos querendo brigar nem desrespeitar, mas estamos respeitando as relações humanas. Estamos agindo com absoluta responsabilidade”, disse o prefeito da cidade que, segundo os dados atualizados às 17h38, está com 83% dos leitos de UTIs ocupados.

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