“É uma das tarefas mais difíceis”, afirma Condé sobre gestão de grupo

Um time de futebol não é composto apenas por 11 titulares, mas sim, por um grupo qualificado e com boas peças de reposição. A motivação dos atletas é o ponto fundamental para que o trabalho tome um rumo positivo, e cabe ao treinador, manter os jogadores no mais alto nível de motivação.

Rodar o elenco, dar oportunidades a todos os jogadores, em tese, parece tarefa fácil, mas, no dia-dia, a realidade é complemente outra. No Botafogo, o técnico Léo Condé tem deixado boa impressão e recebe elogios com frequência dos jogadores por ter o “grupo na mão”, ainda sim, o treinador afirma que a gestão de grupo é uma das tarefas mais difíceis no futebol brasileiro.

“A questão de administrar grupo é uma das tarefas mais difíceis de um treinador e, principalmente, no interior, onde os jogadores fazem contratos curtos e todos os jogadores querem jogar e mostrar seu valor, isso dificulta muito à gestão de grupo”, afirmou Condé.

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Ao ser questionado sobre quais são os seus métodos para gerir bem um grupo de boleiros, Condé foi enfático e afirmou que os pontos principais são a disciplina, justiça e qualidade no trabalho.

“Gerir um grupo de atletas leva em questão uma série de fatores. A maneira que eu procuro trabalhar é aqui não é exército, mas a gente procura cobrar o máximo de disciplina e concentração e procurar também ser o mais correto possível com eles. É claro que você também precisa apresentar qualidade no trabalho para poder adquirir respeito”, contou o comandante Botafoguense.

A próxima decisão que envolve gestão de grupo a ser tomada por Condé será a escolha do parceiro de Naylhor no duelo contra o Linense. Com Plínio suspenso, o treinador deverá optar por Carlos Henrique ou Caio Ruan na posição.

Foto: Leonardo Del Sant / WSports

 

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