Futebol nacional se despedia do zagueiro Djalma Dias há três décadas

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No dia 1º de maio de 1990, há três décadas, o futebol brasileiro ficava órfão de um de seus zagueiros mais talentosos ao longo da história: Djalma Dias. O ex-defensor marcou época com a camisa do Palmeiras durante a década de 1960 e escreveu o seu nome na galeria de grandes craques do clube.

Djalma Dias surgiu para o futebol com a camisa do América-RJ, clube onde conquistou o Campeonato Carioca no ano de 1960. Em 1962, desembarcou em terras paulistanas para marcar história com a camisa do Palmeiras.

Pelo Alviverde, instituição que defendeu de 1963 a 1968, se mostrou um dos grandes defensores do futebol nacional. Ao todo, conquistou os títulos do Campeonato Paulista em 1963 e 1966, o Torneio Rio-São Paulo em 1965, além do Torneio Roberto Gomes Pedrosa em 1967, equivalente ao atual Campeonato Brasileiro. Com a camisa do Palmeiras, Djalma Dias entrou em campo por 240 partidas, acumulando 151 vitórias, 45 empates e 44 derrotas.

Representando o Brasil
Em 1965, Djalma Dias participou de dois grandes momentos envolvendo a Seleção Brasileira. No dia 7 de setembro, ao lado de seus companheiros de Palmeiras, representou o selecionado canarinho na inauguração do estádio do Mineirão. Na oportunidade, o Brasil venceu o Uruguai por 3 a 0, em uma das duas únicas vezes em que o time brasileiro foi conduzido por um estrangeiro: o argentino Filpo Núñez.

Outro fato histórico aconteceu no dia 21 de novembro quando o escrete atuou duas vezes no mesmo dia contra duas seleções europeias. Enquanto o time “A” desfilou o seu talento no empate, por 2 a 2, contra a União Soviética no Maracanã, no Rio de Janeiro, o selecionado “B” entrou em campo no Pacaembu, e venceu a Hungria, por 5 a 3. Djalma Dias participou da equipe que atuou em solo paulista ao lado de craques como Servílio, Lima e Abel.

Depois de deixar o Palmeiras, Djalma Dias defendeu o Atlético-MG, em 1968, o Santos, de 1969 a 1970, onde venceu o Campeonato Paulista logo no ano de sua chegada, e o Botafogo, de 1970 a 1974.

Fotos: Arquivo histórico/Palmeiras

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