“O mais importante é não ter penhora” afirma Gerson sobre o Ato Trabalhista

O Botafogo Futebol Clube deu um passo importante na questão de pagamentos de dividas trabalhistas que o clube possui. A adesão ao Ato Trabalhista dá a possibilidade do parcelamento de passivos de dividas trabalhistas em até 10 anos.

O Ato Trabalhista é um mecanismo que centraliza as ações trabalhistas de jogadores de futebol e funcionários contra clubes do estado de São Paulo numa única Vara, a de Campinas. E prevê que a disponibilidade de receitas do clube para estes pagamentos seja restrita a uma porcentagem, sendo assim, evitando penhoras. Outro ponto importante é a possibilidade do parcelamento dos valores num prazo de até dez anos.

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Para o presidente Botafoguense, Gerson Engracia Garcia, um dos principais aspectos a se comemorar é a questão das penhoras e a possibilidade de parcelamento em até dez anos.

“O mais importante é não ter penhora. Por exemplo, os casos do Frontini, Marcio e André Dias, que já estavam com penhoras nas receitas tanto de bilheteria e da cota da federação. Com o Ato não haverá outras penhoras. E você ter dez anos para equacionar seu passivo trabalhista é positivo”, contou Gerson Engracia.

Gerson afirma que os próximos anos serão de dificuldade, mas, acredita que o clube está no caminho certo.

“Nós vamos ter muita dificuldade ainda, mas, acho que institucionalmente o Botafogo está num grande caminho, salvou seu estádio, parcelou sua divida tributária, diminuiu em seis milhões e alongou o seu passivo trabalhista”, afirmou Gerson Engracia.

Sem disputar uma partida desde o mês de setembro, o presidente afirma que o desafio é encontrar uma maneira de o clube ser rentável durante todo o ano.

“Nós precisamos encontrar uma forma de viabilizar financeiramente o clube durante todo o ano”, disse o presidente Botafoguense.

Em 2017 o clube investiu para buscar o acesso a Série B. Com o fracasso o time teve grande prejuízo e atrasos de salários nos últimos meses do ano. Para Gerson, a questão tem dois lados.

“Se você sobe, você fez um investimento, se você não sobe você teve um gasto, que foi o que aconteceu com a gente. Agora imagine o investimento que você teria para dobrar a receita do clube no ano seguinte caso você suba. É essa a conta que deve ser feita”, finalizou Gerson Engracia.

Foto: Rogério Moroti/ Agência Botafogo

 

 

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