Medalhões: O perfil que o Botafogo não deve investir para 2018

Nos últimos anos, em toda edição de Campeonato Paulista o Botafogo-SP tem investido na contratação de jogadores com maior idade e com passagens por grandes clubes brasileiros, os chamados medalhões. Aparentemente, a chegada de um jogador com mais nome causa impacto, mas dentro do campo o resultado nem sempre é o esperado.

A W Sports listou alguns exemplos de jogadores que não emplacaram com a camisa tricolor, seja por produção dentro de campo ou por problemas extra-campo. A lista fica de alerta para que o novo treinador Léo Condé e o gerente de futebol Léo Franco, não cometam os mesmos erros de anos anteriores.

André Santos: Antes do Botafogo, o jogador estava atuando no Goa FC, da Índia, o que já deveria servir de alerta para a diretoria. André fez parte do elenco Tricolor no ano de 2015, e atuou em apenas 7 partidas, marcando 1 único gol. Péssimo custo benefício para o clube.

Zé Roberto: Também em 2015, o Pantera investiu na contratação do experiente atacante Zé Roberto. Com passagens mais expressivas por Flamengo, Botafogo-RJ e Bahia, o veterano não conseguiu render o que se esperava dele e em 15 partidas marcou apenas 2 gols.

Moradei: Talvez um dos jogadores mais odiados pela torcida tricolor. O meio-campista além de ter atuado em apenas 6 partidas no ano de 2016, acionou o clube na justiça alegando pendências financeiras e quase mordeu parte da bilheteria do jogo entre Botafogo-SP x São Paulo.

Bernardo: O problemático meio-campista é um dos símbolos do que não se deve ser feito em relação a contratações de jogadores. Famoso por seus problemas extra-campo e com passagens por diversos clubes, Bernardo não fez diferente em Ribeirão Preto e em 10 jogos não anotou nenhum gol.

O problema não é contratar jogadores com mais idade e que já tenham atuado em grandes clubes, porém é necessário avaliar o histórico do atleta nos times por onde atuou.

Foto: Agência Botafogo

Edição: Junior Fortunato

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