“Muito provavelmente, teremos Carnaval”, diz prefeito de São Paulo

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Nesta segunda-feira (4), o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), afirmou que “muito provavelmente” São Paulo terá Carnaval em 2022. No entanto, a realização do evento depende da manutenção dos indicadores relacionados à pandemia de Covid-19, que no momento registram queda na capital paulista.

“A tendência hoje é que tenha o carnaval. Muito provavelmente, teremos carnaval. Isso se continuar com os dados de hoje [da pandemia], com aumento da vacinação e queda do número de óbitos. Se continuar assim, vamos ter carnaval”, disse ele em entrevista coletiva.

Caso os indicadores da pandemia não registram crescimento da transmissão do novo coronavírus, a expectativa é que os órgãos sanitários permitam o Carnaval de rua em São Paulo. A Prefeitura prevê que será a maior edição de todos os tempos, com estimativa de público de 15 milhões de pessoas, segundo o prefeito.

“Está tudo preparado. Vamos soltar os editais. Por que preparamos tudo? Porque não se consegue fazer um evento desse tamanho sem planejar. Te diria que muito possivelmente teremos [carnaval], com exceção se tivermos fato adverso até lá.”, afirmou Nunes.

Carnaval em São Paulo depende da autorização da Secretaria de Saúde

Os preparativos para o Carnaval de 2022 em São Paulo foram autorizados no mês passado, porém, na ocasião, o prefeito disse que a realização do evento só aconteceria caso ao menos 70% da população de São Paulo estivesse vacinada contra a Covid-19. Além disso, o evento depende da autorização da Secretaria Municipal de Saúde.

Até o momento, mais de 80% da população adulta da capital paulista completou o esquema vacinal com duas doses ou com a dose única da Janssen, segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde divulgados no último final de semana.

Ao todo, foram aplicadas mais de 18 milhões de doses da vacina contra Covid-19 em São Paulo. Desse total, cerca de 10,3 milhões correspondem à primeira dose, enquanto 7,1 milhões são da segunda dose. Já a dose única foi aplicada em quase 325 mil pessoas e a dose de reforço foi administrada em pouco mais de 175 mil.

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