Oscar Schmidt afirma que maior homenagem da NBA foi a dos Nets

Oscar Schmidt negou jogar no Brooklyn Nets após ter sido draftado em 1984 para continuar defendendo a Seleção Brasileira. Trinta e três anos depois, a NBA reconheceu o ídolo brasileiro e o convocou para disputar o All-Star Game e poder finalmente disputar uma partida na maior liga de basquete do mundo.
Apesar disso, o ex-ala de 59 anos afirmou que a maior homenagem que ele recebeu nos Estados Unidos, neste ano, foi a da franquia nova-iorquina, que o deu uma camisa com o número 14 e seu nome nas costas. Inclusive, a edição limitada do uniforme do ‘Mão Santa’ esgotou rapidamente.
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“A homenagem do Brooklyn Nets foi a maior porque eu só joguei cinco amistosos, eu era calouro ainda”, afirmou Oscar Schmidt em entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva. “Eles me queriam muito, eles me escolheram na 144ª escolha. Eles me queriam demais e fui lá e fiz eles sofrerem: ‘agora vocês vão ter que me dar um contrato’. Eu falei para o técnico: ‘aqui é um ponto por minuto. Se me der 20 minutos, te dou 20 (pontos). Se me der 30 (minutos), você pode ver 60 (pontos)”, continuou com um sorriso aberto em sua cara.
Apesar de não ter atuado na NBA, o campeão Pan-Americano de 1987 disse não se arrepender. “Daí eles me ofereceram um contrato que eu recusei, porque na época não podia jogar lá (nos Estados Unidos) e na Seleção. E fiz muito bem porque, três anos depois, a gente ganhou aquele Pan-Americano que mudou a regra mundial. O Brasil fez a regra mundial mudar!”, enfatizou
Além disso, o ‘Mão Santa’ contou que o reconhecimento dos brasileiros aos ídolos do basquete melhorou muito com a expansão do esporte no país, principalmente com a chegada da NBA.
“Hoje é muito melhor do que antes. Hoje tem muito mais basquete, se vê basquete em tudo quanto é lado. Isso é importante porque tem muito basquete à disposição. Quando não tem, o cara chega e pergunta: ‘quem é esse cara aí?’ Aí não dá certo”, declarou. “Agora, quando tem isso aqui (a NBA House), todo mundo que vem aqui, todos são fãs de basquete e esses caras reconhecem os grandes jogadores, o que é muito bom para o basquete”.

Foto: André Garda

 

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