Página Inicial Outros Esportes Mesmo sem títulos, Rafael Nadal vê início de ano “melhor do que o esperado”

Mesmo sem títulos, Rafael Nadal vê início de ano “melhor do que o esperado”

Escrito porRedação Wsports 3 03America/Sao_Paulo Abril 03America/Sao_Paulo 2017

Rafael Nadal segue sem conquistar títulos na temporada 2017. Neste domingo, o espanhol foi superado por Roger Federer na final do Masters 1000 de Miami e amargou o quinto vice-campeonato do torneio. O Touro Miúra, inclusive, já chegou a três finais no ano, no Aberto da Austrália, no ATP 500 de Acapulco e em Miami, mas não levantou o troféu. Mesmo assim, o espanhol revelou que o início foi melhor do que imaginava.

“Desde o começo do ano, tudo tem acontecido melhor do que o esperado. É verdade que fiz uma boa pré-temporada, vinha treinando um mês e meio muito bem. Joguei muito bem na Austrália, em Abu Dhabi, em Brisbane e na Austrália”, declarou o tenista ao jornal espanhol Marca.


Rafa ainda comentou sobre os prós e contras de viver na mesma era que outros grandes nomes do tênis mundial, como Roger Federer e Novak Djokovic. Porém, o Rei do Saibro exaltou as disputas com seus dois principais rivais.

“Eu fui número dois do mundo com muitos pontos, que em outras épocas eu poderia estar no topo, esse é o lado negativo. Mas o positivo é que posso viver rivalidades muito especiais com Federer e Djokovic. Sinto que tenho sorte por isso”, continuou.

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Agora, o circuito mundial se prepara para iniciar a temporada de saibro, piso preferido do espanhol. Dono de nove títulos do Aberto da França, Grand Slam disputado na terra batida, Nadal falou sobre a emoção de voltar ao saibro parisiense, mas ainda considera que o principal título de sua carreira tenha sido conquistado na grama, quando derrotou Federer, em um jogo que é considerado por muitos como o melhor da história.

“Talvez seja o torneio mais importante da minha carreira, é muito especial. É verdade que, para mim, ganhar Wimbledon foi único. A vitória de 2008 foi talvez a mais importante da minha carreira. Mas, sem dúvida, o sentimento de jogar na terra batida de Roland Garros é difícil descrever. Os sentimentos que tenho cada vez que disputo são únicos e é um torneio que eu amo”, finalizou.

Foto: Al Bello | AFP