Para alcançar principal objetivo, Federação Chinesa altera regras para transferência de jogadores estrangeiros

A janela de transferência do Campeonato Chinês está prestes a abrir novamente. No dia 14 de junho, os times do país asiáticos podem voltar a comprar jogadores de todo o planeta. Normalmente, esse evento assusta principalmente o mercado brasileiro, que perdeu nos últimos tempos bons jogadores, como Diego Tardelli, Renato Augusto, Marinho entro outros.
Mas dessa vez parece que o canhão de dinheiros chinês estará voltado para o mercado europeu, mais especificamente no setor ofensivo. Segundo fontes da imprensa europeia, Diego Costa, Wayne Rooney e Bas Dost são os principais candidatos a se mudarem para a China.
Porém, uma nova regra pode mudar o alto investimento chinês. A Federação de Futebol local tomou uma atitude muito inteligente. A partir da próxima janela, o valor gasto na contratação de um jogador estrangeiro será cobrado 100% para ser dado ao Estado. Por exemplo: se uma equipe gastar US$ 30 milhões em um jogador, outros US$ 30 milhões deverão ser pagos ao governo, uma espécia de “multa”.
E tem mais. Além disso, para cada jogador estrangeiro em campo numa partida oficial, um atleta chinês sub-23 deverá ser escalado também. A iniciativa ficou clara, e com certeza dará resultados, já que a principal meta da Federação é fortalecer a qualidade dos seus jogadores a longo prazo.
Atualmente, o Campeonato Chinês é liderado pelo Guangzhou Evergrande, do técnico Luiz Felipe Scolari e do volante Paulinho. O Shanghai SIPG, de Oscar e Hulk, vem em segundo, e o Hebei Fortune, de Hernanes e Lavezzi, fecham o “G3”, que dá vaga à Champions asiática em 2018.

 

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