Projeto Capitão: Carlos Henrique cresce e vira líder no elenco Botafoguense

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O tempo é algo muito precioso na carreira de um jogador de futebol, que em média, não tem muitos anos para desfrutar do ápice da profissão. Esperar por uma oportunidade, muitas vezes é tarefa difícil para alguns jogadores, que preferem sair e buscar seu espaço em outros lugares.

Carlos Henrique já passou por diversas situações no clube e oscilou entre a titularidade na Copa Paulista de 2014 e o banco de reservas nos anos seguintes. Sem desanimar, o jogador sempre seguiu trabalhando duro esperando a sua oportunidade.

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O empenho e a vontade de conquistar o seu lugar na equipe coroaram o jogador, que hoje, é titular absoluto do time comandado por Léo Condé, a quem Carlos Henrique agradece pela confiança.

“Agradeço ao Condé por ter acreditado no meu trabalho, por ter me passado bastante confiança sempre. Agradeço também a confiança que o grupo me deu, porque o grupo é muito forte e poder jogar traz mais segurança”, contou Carlos Henrique.

+ Com problema na coxa, Plínio pode ser desfalque contra o Operário

A fase do jogador é tão boa, que após a substituição do capitão do time, Plínio, a braçadeira foi passada por ele a  Carlos Henrique, que fez questão de agradecer a oportunidade, mas reiterou que a faixa fica melhor com Plínio.

“Eu fiquei meio assim quando o Plínio me passou a faixa, eu já ia chamar o Yuri e passar pra ele, mas ele estava longe, ai o Lucas veio e me ajudou a colocar a faixa. Fiquei feliz de atuar como capitão por alguns minutos, mas deixa a faixa com o Plínio mesmo”, brincou Carlos Henrique.

Titular no vice-campeonato da Copa Paulista de 2014, Carlos Henrique esperou até 2018 para voltar a ser titular do Botafogo

Capitão do time, Plínio, contou que a passagem da braçadeira foi esporádica, mas reitera o fato de que outros líderes surjam dentro do grupo e afirma que conversa muito com Carlos, o orientando para tal posto no futuro.

“Foi esporádico, mas dentro do grupo tem que ter outras lideranças, não é só quem coloca a faixa que precisa tomar a frente. Eu estava perto  do Carlos e por ele jogar na zaga, a gente tem que falar mais e se comunicar dentro do campo. Eu sempre cobro dele para que ele fale bastante, porque nós vemos o jogo de traz. É um menino que merece, está muito bem. Foi importante para ele e para mim também que pude passar isso para ele, espero que ele tenha ficado feliz”, afirmou Plínio.

A conquista da posição foi dentro do campo e com muito trabalho. Para Carlos, isso valoriza ainda mais a sua vaga no time titular.

“Eu sempre procuro ser o mesmo, jogando ou não eu treino da mesma forma. Isso valoriza a titularidade, pois trabalhei para conquistar essa posição”, disse Carlos Henrique.

Foto: Raul Ramos / Agência Botafogo

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