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Visando a retomada do Paulistão, clubes irão adotar endurecimento do protocolo e “bolha” sanitária

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Na noite de ontem (29), a FPF apresentou o novo plano médico ao Ministério Público buscando a retomada do Campeonato Paulista, durante a fase emergencial que se encontra o estado de São Paulo. O que se entende é que, com o endurecimento do protocolo que já estava em vigor no meio do futebol paulista, a bola pode voltar a rolar.

Esse endurecimento passaria pela criação de um ambiente seguro e controlado para os atletas, chamado de “bolha”, como ocorreu durante o ano de 2020 nas fases finais da NBA, um local onde os riscos podem ser minimizados e o vírus rastreado.
Esta “bolha” da Série A1 do Paulistão envolve diferentes tipos de determinações para manter a concentração segura, as principais são:

UNIMED

– Os testes devem acontecer 24 horas antes daqueles que adentrarem a “bolha” de seus clubes.

– Todos na concentração, sejam eles jogadores, estafe ou outros prestadores de serviço devem se submeter a testagem antes e depois de cada partida, com intervalo de no máximo três dias entre os testes.

– Se caso algum componente da bolha testar positivo para Covid-19 deverá ser afastado do ambiente de imediato. Além disso, os médicos devem fazer o rastreamento do vírus a partir do contato conforme o relato do infectado, para evitar a disseminação futura do vírus no ambiente controlado.

– O estafe dos clubes, no caso aqueles que se deslocam da “bolha” para suas casas, devem ser testados diariamente.

– Todos no ambiente devem ser submetidos a um questionário epidemiológico e medição constante de temperatura, com todos os dados enviados para o setor médico dos clubes visando o acompanhamento no dia-a-dia.

– Evitar o acúmulo de pessoas nas diversas áreas fechadas dos clubes, como academia, fisioterapia, laboratórios, vestiários, entre outros.

– Todos os objetos externos à “bolha” que de alguma forma adentraram ao ambiente devem ser higienizados com álcool 700, antes de sua entrada.

– Deverá ser informado ao Comitê Médico da Federação Paulista de Futebol, pelo médico do clube mandante, a situação em que se encontram as vagas hospitalares e leitos de UTI da cidade, para casos de emergência durante a partida. No caso de partida em outras cidades, o Departamento de Competições da FPF comunicará ao setor médico da FPF.

Por fim, esse novo esquema de segurança, que visa a continuidade da competição, vale apenas para a Série A. Ao que tudo indica, o Ministério Público parece estar mais suscetível, com essa intensificação dos protocolos e a grande pressão dos clubes, à nova proposta da FPF de volta do futebol paulista até dia 11 de abril.

Já nas Séries A2 e A3 não haverá a chamada “bolha”, a FPF estuda junto aos clubes um novo calendário para a competição caso esta não possa ocorrer em seu tempo normal, que seria até o dia 6 de junho.

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